• O pior já passou, não perca este momento!

    Compartilhe em suas redes!

    foto-01-1024x682

    Prezados amigos e clientes, estou motivado a dividir com vocês as impressões da Qualylife sobre o mercado e os próximos momentos.

    Todos sabemos que a economia vive em ciclos, às vezes globais, outras locais, mas de qualquer maneira seguem inevitavelmente o ritmo cíclico.

    As evidências de que o pior momento de um ciclo muito ruim para economia brasileira já passou são inúmeros e um novo momento de crescimento se aproxima. Esta conclusão não está baseada em impressões sem sentido, mas em observações e um pouco de análise sem emoção.

    A hora é de investir, treinar, melhorar processos, aproximar-se de seus clientes, definir estratégias, melhorar produtos, apostar.

    Quem perder este momento chegará tarde demais, verá seus concorrentes sair na frente e conquistar o imenso filão de consumidores, há anos adormecidos, ávidos para voltar a consumir.

    Reúna sua equipe, reavalie os projetos e melhorias que a crise parou e retome, não perca este momento!

    Se desejar, pare sua leitura por aqui e vá ao trabalho ou leia o resto desse artigo e convença-se, mas não perca este momento!

    Nossas justificativas para este impulso:

    Bolsa de Valores: Recupera-se de vento em popa de seu pior momento, ações dos principais players chegaram a registrar altas superiores a 300% desde dezembro de 2015 e os negócios na BOVESPA devem chegar nas próximas semanas a superar os 70.000 pontos (alguns analistas já apontam para possibilidades de 90.000 pontos até o final do ano). Mesmo que você não seja investidor da bolsa, isso significa valorização das empresas, mais recursos e possibilidades de investimento.

    Queda dos Juros: Viver em um país em que ganhar dinheiro sem produzir é sempre uma opção a ser analisada é muito prejudicial. Com a eminente e acentuada queda da SELIC este raciocínio deve mudar, grandes investidores refarão suas contas e investir em produção deve voltar a ser melhor opção;

    Governo: Somos governados por um presidente com bom apoio do congresso e que parece estar comprometido com as reformas básicas necessárias. As reformas da previdência e trabalhistas estão em sua pauta, além de contar com uma equipe e política econômica mais alinhadas com a visão de país do empresariado. Independentemente de sua visão ideológica e de como isso se desdobra do ponto de vista social a longo prazo, os cortes, as reformas e as ações econômicas devem voltar a impulsionar o país.

    Inflação e PIB: Dezembro e janeiro registraram baixíssimos índices de inflação (dezembro teve o menor índice desde 1979; 0,30%) reforçando que a política de queda de juros básicos está correta. O PIB deverá registrar alta de 0,5% em 2017, o que parece pouco, mas representa uma subida de quase 3 pontos percentuais quando comparado com 2016, é uma inversão da curva de recessão que deve perdurar por alguns anos.

    Mercado Internacional: A recuperação do preço do petróleo e das commodities e tendência de queda do dólar também são impulsionadores do investimento em produção, facilitando a importação de máquinas e equipamentos e melhorando os custos de diversos setores que dependem dessas variáveis. Os setores exportadores sofrem um pouco com esta conjuntura, mas considerando o vasto caminho de recuperação do consumo doméstico, esta conjuntura é mais favorável.

    Outros fatores ainda poderiam ser citados, como a Lava Jato trazendo um novo momento jurídico e de justiça para o País, um ponto de ruptura com o velho que será lembrada para sempre em nossa história, os investimentos estrangeiros já registraram altas históricas desde dezembro e o desemprego, altíssimo e estimado em 12 milhões de desempregados estabilizou, denotando outro ponto de virada.

    É claro que nem tudo são flores e ainda existem alguns riscos para os quais devemos nos atentar, sobre tudo, 3 deles devem estar no radar:

    Donald Trump: Suas medidas protecionistas e por vezes impulsivas, representa um certo risco, em especial o geopolítico. Devemos ficar atentos aos seus posicionamentos quanto à política externa, de migração e seus efeitos, que podem, em última instância levar ao EUA à novos conflitos armados. As consequências prejudicariam o curso de retomada de diversos países, inclusive parceiros importantes do Brasil, mechem com a precificação de dólar e commodities e representa consequências perigosas.

    Lava Jato e Delação do Fim do Mundo: Nas próximas semanas as delações da Odebrecht (que sempre prometeram ser bombásticas) podem esbarrar em políticos importantes, incluindo o Presidente Michel Temer. No entanto, observando o noticiário com atenção é possível perceber que os principais políticos envolvidos já estão convencidos de que o sugilo das investigações deve ser quebrado o quanto antes e para todos os envolvidos. Não precisa ser muito esperto para concluir que, se estão interessados em divulgação rápida é por que já organizaram suas defesas e consideram os riscos muito baixos.

    Europa: Esta, longe de solução para seus principais problemas, ainda representa riscos econômicos e geopolíticos importantes, a crise na Síria, que os afeta diretamente e a saída do Reino Unido do Mercado Comum Europeu denotam quão distantes estão de soluções. No entanto, as perdas de mercado e de parcerias, já estão contabilizadas, uma piora é improvável.

    Ou seja, de maneira geral, as condições são muito favoráveis e então isso deve nortear suas medidas, em nossa vida, em nossas empresas.

    Um grande Abraço de toda nossa equipe!

    Qualylife Personal & Business Consulting

    www.qualylife.com.br

    Autor: Daniel Sanches – Diretor da Qualylife A.L

    Um abraço.

    Deixe uma resposta